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Desempenho em Julho/2019


 

Cenário Local:

No Brasil, o avanço da Reforma da Previdência na Câmara – votada e aprovada em primeiro turno – acabou dando o tom positivo dos ativos locais, em meio a um quadro econômico praticamente inalterado em relação ao início do ano. Com a perspectiva concreta de aprovação da Reforma da Previdência, vimos um mês de forte alta da bolsa de valores local, queda do dólar e fechamento das taxas de juros. Neste caso, tendo como pano de fundo o crescimento ainda baixo e inflação controlada, cresceram as apostas de um ciclo mais extenso de corte da Taxa Selic, na ordem de 100bps, que levariam a Selic de 6,5% para abaixo de 5,5% ainda este ano. Este cenário foi corroborado pelos sinais emitidos pelo Banco Central do Brasil.

Cenário Internacional:

No mundo, vimos uma nova rodada de desaceleração do crescimento. Estes números foram, devidamente, contrabalanceados por sinais mais agressivos de medidas adicionais de afrouxamento monetário por parte dos principais bancos centrais das economias desenvolvidas. Muitos países, inclusive, já deram início a novas rodadas de corte da taxa básica de juros.

Nos EUA, ainda que amplamente esperado pelo mercado, o evento de maior relevância do mês foi a redução de 0,25 p.p. na taxa básica de juros americana pelo FOMC (Federal Open Market Commitee). O comunicado do FED (Banco Central Norte-Americano, Federal Reserve - em inglês) justificou a redução nos juros citando a desaceleração da economia global e a ausência de pressões inflacionárias na economia americana. De fato, tal movimento do FED diante do aumento das incertezas comerciais e da tendência de desaceleração global só é possível em razão da dinâmica mais benéfica da evolução do nível geral de preços nos EUA, a qual é resultado de um dólar ainda forte, de expectativas de inflação baixas e, principalmente, da fraca relação que se tem observado entre a taxa de desemprego e a variação no nível de preços.

A melhora das condições de liquidez na economia global e a incerteza comercial e tecnológica que prevalece no amplo campo de disputa geopolítica entre China e EUA devem continuar sendo monitoradas de perto pelos bancos centrais diante de seu potencial impacto sobre o crescimento e a aversão ao risco.


Plano de Benefícios de Contribuição Definida – PAI-CD


Performance ago/2018 a jul/2019

Indicador ago/18 set/18 out/18 nov/18 dez/18 jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 jun/19 jul/19 Acumulado
12 meses
Acumulado
desde início*
Perfil Conservador 0,39 0,47 0,81 0,57 0,64 0,70 0,48 0,47 0,56 0,63 0,96 0,82 7,76 67,14
Perfil Moderado 0,25 0,35 2,39 0,86 0,42 2,35 0,26 0,53 0,70 0,62 1,97 0,92 12,22 81,50
Perfil Agressivo 0,36 0,36 2,25 1,08 0,05 2,80 0,20 0,43 0,86 0,16 2,58 0,95 12,71 86,35
CDI 0,57 0,47 0,54 0,49 0,49 0,54 0,49 0,47 0,52 0,54 0,47 0,57 6,34 62,32
Ibovespa -3,21 3,48 10,19 2,38 -1,81 10,82 -1,86 -0,18 0,98 0,70 4,06 0,84 28,52 66,12
IMA-B -0,45 -0,15 7,14 0,90 1,65 4,37 0,55 0,58 1,51 3,66 3,73 1,29 27,47 99,84
Poupança 0,37 0,37 0,37 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 5,76 39,14

* A data de início considerada é 01/09/2014, quando o Plano PAI foi dividido em 3 perfis.



Perfil:
Índices:
Período:
a

Performance ago/2018 a jul/2019


Performance Comparativa *

Perfil:
Índices:
Período:
a

* A rentabilidade aqui divulgada representa o retorno dos investimentos, sendo que a taxa que incide sobre o saldo de participante ainda sofre ajuste contábil como a incidência das despesas administrativas.


Alocação dos Perfis (%)



Plano de Benefício Definido – BD


Performance ago/2018 a jul/2019

Indicador ago/18 set/18 out/18 nov/18 dez/18 jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 jun/19 jul/19 Acumulado
12 meses
Acumulado
desde início*
Consolidado Plano BD 0,51 0,00 1,05 0,52 0,45 0,00 0,73 0,76 1,19 0,87 0,59 0,73 7,66 244,87
Meta Atuarial 0,00 0,00 0,78 0,09 0,48 0,00 0,88 1,10 0,96 0,53 0,33 0,49 5,78 75,95

* Data de início 01/02/2008.