Logotipo Fundação Itaúsa

Desempenho em Maio/2019


 

Cenário Local:

O mês de maio contou com eventos políticos importantes. A Reforma da Previdência recebeu emendas na Comissão Especial e espera-se a divulgação do relatório até o dia 15 de junho. Temas importantes como a desconstitucionalização e a inclusão ou não de estados e municípios estão sendo discutidos.

No âmbito doméstico, tivemos a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) do primeiro trimestre que confirmou a fraqueza da economia no início deste ano. A prévia da inflação de maio mostrou comportamento benigno vindo abaixo das expectativas do mercado.

Em sua última reunião, o Copom (Comitê de Política Monetária) deixou bem claro que aguarda a aprovação da Reforma da Previdência para analisar o cenário e tomar sua decisão quanto à necessidade de um estímulo monetário adicional.

Cenário Internacional:

No cenário internacional, embora as condições financeiras globais tenham se tornado mais favoráveis em relação ao fim do ano passado diante da sinalização de pausa do processo de normalização monetária pelo FED (banco central norte-americano), o ambiente econômico para os próximos meses continua desafiador para as economias emergentes frente às incertezas relacionadas às tensões geopolíticas e comerciais entre a China e os EUA, às preocupações quanto ao crescimento da economia global, inclusive dos EUA, e com relação ao ambiente político mais polarizado e incerto nas principais democracias mundiais, como no caso do Brexit no Reino Unido.

Ainda no último mês, o inesperado rompimento das negociações comerciais entre EUA e China, no momento em que ambas as partes sinalizavam que um acordo estava próximo, reacendeu o sentimento de aversão ao risco no cenário internacional. As posições de negociação mais inflexíveis dos dois lados têm progressivamente indicado que um acordo deverá demorar mais do que o esperado para ser alcançado, o que potencialmente significa a necessidade de uma deterioração mais forte do cenário econômico para que os dois países realizem um esforço material em busca de conter uma escalada tarifária.

Os dados de atividade vêm apontando maior moderação no crescimento das principais economias mundiais, inclusive na China – que voltou a apresentar-se mais frágil desde o início do segundo trimestre – e nos EUA, onde os dados começam a mostrar uma desaceleração mais contundente, apesar de um mercado de trabalho ainda forte.

Tais incertezas do cenário internacional demandam maior celeridade na condução da agenda interna de reformas. Nesse sentido, a aprovação da reforma da previdência não consiste apenas em uma condição necessária para a retomada do investimento de longo prazo, mas também essencial para ajudar a reduzir a exposição dos ativos locais aos potenciais choques externos vindos de um mundo com maior grau de incerteza política.

O destaque positivo no cenário externo para os países emergentes, por outro lado, vem da sinalização de política monetária nos EUA. Consistente com a sinalização de um período de pausa na subida de juros, o FOMC (Federal Open Market Commitee) tem comunicado que será “paciente” em determinar os próximos passos da política monetária e que, diante da ausência de pressões inflacionárias, o próximo movimento poderá ser tanto de queda quanto de alta na taxa de juros. O último dado da inflação de abril, por exemplo, ficou em 1.5% ao ano, abaixo da meta de 2% do FED.

Por fim, quanto à atividade na Europa, vale notar que, apesar da queda mais intensa da atividade industrial nos últimos meses, o setor de serviços tem se mostrado resiliente à desaceleração da indústria diante do suporte recebido por um mercado de trabalho aquecido e por uma inflação baixa que, junto à política monetária ainda estimulativa no bloco, dão base de sustentação para o crescimento do consumo.


Plano de Benefícios de Contribuição Definida – PAI-CD


Performance jun/2018 a mai/2019

Indicador jun/18 jul/18 ago/18 set/18 out/18 nov/18 dez/18 jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 Acumulado
12 meses
Acumulado
desde início*
Perfil Conservador 0,50 0,58 0,39 0,47 0,81 0,57 0,64 0,70 0,48 0,47 0,56 0,63 7,02 64,20
Perfil Moderado 0,05 1,57 0,25 0,35 2,39 0,86 0,42 2,35 0,26 0,53 0,70 0,62 10,82 76,37
Perfil Agressivo -0,09 1,88 0,36 0,36 2,25 1,08 0,05 2,80 0,20 0,43 0,86 0,16 10,79 79,95
CDI 0,52 0,54 0,57 0,47 0,54 0,49 0,49 0,54 0,49 0,47 0,52 0,54 6,36 60,65
Ibovespa -5,20 8,88 -3,21 3,48 10,19 2,38 -1,81 10,82 -1,86 -0,18 0,98 0,70 26,42 58,31
IMA-B -0,32 2,32 -0,45 -0,15 7,14 0,90 1,65 4,37 0,55 0,58 1,51 3,66 23,74 90,20
Poupança 0,37 0,37 0,37 0,37 0,37 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 0,50 5,48 37,76

* A data de início considerada é 01/09/2014, quando o Plano PAI foi dividido em 3 perfis.



Perfil:
Índices:
Período:
a

Performance jun/2018 a mai/2019


Performance Comparativa *

Perfil:
Índices:
Período:
a

* A rentabilidade aqui divulgada representa o retorno dos investimentos, sendo que a taxa que incide sobre o saldo de participante ainda sofre ajuste contábil como a incidência das despesas administrativas.


Alocação dos Perfis (%)



Plano de Benefício Definido – BD


Performance jun/2018 a mai/2019

Indicador jun/18 jul/18 ago/18 set/18 out/18 nov/18 dez/18 jan/19 fev/19 mar/19 abr/19 mai/19 Acumulado
12 meses
Acumulado
desde início*
Consolidado Plano BD 1,02 1,12 0,51 0,00 1,05 0,52 0,45 0,00 0,73 0,76 1,19 0,87 8,53 240,34
Meta Atuarial 1,79 0,63 0,00 0,00 0,78 0,09 0,48 0,00 0,88 1,10 0,96 0,53 7,47 74,52

* Data de início 01/02/2008.